Finalmente Ricardo Teixeira caiu, atacado pelos nomes mais sérios do jornalismo esportivo e defendido ainda a risca por outros grandes nomes do futebol brasileiro deixou nesta segunda-feira (12 de março) a presidência da CBF de caráter oficial e irrevogável. Durante seu período de 23 anos sobre o comando da confederação máxima do futebol brasileiro a Seleção venceu 11 campeonatos mundiais (contando todas as categorias) e 27 sul-americanos. Também foi o grande responsável pela criação da Copa do Brasil e por trazer a Copa de 2014 para o Brasil, pegou a CBF fazendo prejuízos a cada ano e a tornou lucrativa. O lado bom de alguém odiado por grande parte dos que amam futebol nesse país.

Corrupção foi a palavra mais associada à administração Teixeira: Nepotismo, Contratos fraudulentos, Importação Irregular de equipamentos, financiamento de campanhas políticas, CPIs, Lavagem de dinheiro, entre outros. No âmbito esportivo fez com que a seleção jogasse amistosos na Europa, vendendo jogos as vezes contra adversários de qualidade técnica duvidosa. Manter-se 23 anos no poder pode ter sido seu pior crime, foram cinco mandatos e o último deveria ter terminado em 2007, mas foi estendido até 2015 por causa do sediamento da copa.

Enfim, a saída de Ricardo Teixeira pode ser benéfica e vários aspectos, principalmente se os clubes tomarem conta da organização das competições nacionais, a criação de uma liga deve ser prioridade máxima agora, porém a liga deve estar acima das rivalidades clubistas. Mas é temível pensar que pode entrar alguém pior, lembrem-se que tem um Sarney entre os vices, e José Maria Marín este ano foi flagrado roubando sorrateiramente uma medalha da Copa São Paulo de Futebol Jr. vencida pelo Corinthians. Temo que o buraco seja mais embaixo e que Ricardo Teixeira não seja o pior, rezemos e esperemos que entre alguém integro e honesto no posto e também que não venha a fazer loucuras com nossa seleção. Por fim é plausível que a relação CBF-NIKE possa começar a estremecer pela primeira vez. Esperemos para ver.




Sobre o Autor

Yan Cavalcanti, 22 anos, paraibano apaixonado por futebol desde pequeno. Graduando em Sistemas para Internet pelo IFPB, ex-aluno Marista, Estagiário da Dataprev, Goleiro ofensivo, gamer, e acima de tudo fã de um futebol bem jogado e analista da parte tática, sempre tentando arrumar uma forma de explicar uma partida de futebol.

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